The Shallows (CARR, Nicholas)
É impossível durante a leitura do texto do autor Nicholas Carr não pensar em como nos tornamos inseridos na sociedade virtual dos dias atuais. Apesar de não ser um Baby Boomer como ele, me insiro na chamada geração Y, que nasceu em meados da década de 1990 e ainda acompanhou parte do mundo analógico, pegando, principalmente, as mudanças para os equipamentos da revolução dos computadores.
Lembro, por exemplo, que, enquanto estudante de uma escola pública, chegava a frequentar o laboratório de informática apenas para usar pequenas funções nos computadores, como desenhos feitos no paint e jogos, como o free cell. Para mim, hoje em dia, utilizo o primeiro apenas para copiar imagens printadas da internet. O segundo não o utilizo há pelo menos uma década.
A ideia da modificação da vida social e intelectual apontada por Carr com a inclusão da internet e com o descolamento entre espaço e tempo, provoca, por exemplo, uma facilitação do processo de pesquisa que antes eram feitos por dias nas bibliotecas com a fortificação da ferramenta de pesquisas "google" e a consequente melhoria da internet e dos pacotes de dados.
Entretanto, nem tudo que o mundo digital proporcionou aos seres humanos tem sido positivo. Carr afirma ao longo do texto que o fortalecimento das tecnologias digitais tem feito com que as pessoas tenham perdido a capacidade de concentração e contemplação. É possível que, com a inclusão desses meios na vida social, o modo de pensar tenha sido modificado, especialmente o dos leitores de livros.
Esse modo de pensar literário seria linear e estaria perdendo espaço para um modo adverso, que não pretende ter um início específico, tampouco um fim. A exemplificação dada por Carr nesse momento é a possibilidade de o leitor da web seguir os hiperlinks e, em algumas vezes, o usuário tender a procurar, em um artigo com muito texto, apenas o que lhe interessa, excluindo as introduções e as conclusões.
A modificação do livro pelo digital também vem sendo realizada por escolas que trocam as leituras didáticas em papel por uma infinidade de possibilidades na web, como no caso de uma rede de escolas no Ceará que já adota os tablets com os livros digitais.
Lembro, por exemplo, que, enquanto estudante de uma escola pública, chegava a frequentar o laboratório de informática apenas para usar pequenas funções nos computadores, como desenhos feitos no paint e jogos, como o free cell. Para mim, hoje em dia, utilizo o primeiro apenas para copiar imagens printadas da internet. O segundo não o utilizo há pelo menos uma década.
A ideia da modificação da vida social e intelectual apontada por Carr com a inclusão da internet e com o descolamento entre espaço e tempo, provoca, por exemplo, uma facilitação do processo de pesquisa que antes eram feitos por dias nas bibliotecas com a fortificação da ferramenta de pesquisas "google" e a consequente melhoria da internet e dos pacotes de dados.
Entretanto, nem tudo que o mundo digital proporcionou aos seres humanos tem sido positivo. Carr afirma ao longo do texto que o fortalecimento das tecnologias digitais tem feito com que as pessoas tenham perdido a capacidade de concentração e contemplação. É possível que, com a inclusão desses meios na vida social, o modo de pensar tenha sido modificado, especialmente o dos leitores de livros.
Esse modo de pensar literário seria linear e estaria perdendo espaço para um modo adverso, que não pretende ter um início específico, tampouco um fim. A exemplificação dada por Carr nesse momento é a possibilidade de o leitor da web seguir os hiperlinks e, em algumas vezes, o usuário tender a procurar, em um artigo com muito texto, apenas o que lhe interessa, excluindo as introduções e as conclusões.
A modificação do livro pelo digital também vem sendo realizada por escolas que trocam as leituras didáticas em papel por uma infinidade de possibilidades na web, como no caso de uma rede de escolas no Ceará que já adota os tablets com os livros digitais.
Cadu Freitas
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